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Como detectar a falta de água no seu corpo?

Postado quinta-feira, 2 de julho de 2015 | 15:28


A água é um elemento indispensável para vida. A maior parte dos organismos da Terra está composta por água em maior ou menor proporção. No caso das pessoas, a água constitui 60% do organismo, quer dizer, mais da metade do nosso corpo é água. Quando o organismo carece de água e não recebe uma hidratação correta, ele se deteriora rapidamente e pode levar inclusive à morte.


Quanto tempo uma pessoa pode viver sem beber água?

Embora para muitos seja difícil de acreditar, há registros de pessoas que sobreviveram até 90 dias sem ingerir alimento algum, enquanto que os que não beberam líquidos não puderam aguentar mais do que 5 dias.

Estima-se que o limite de vida de uma pessoa que não bebe nada de água ou de outro líquido, é de 4 dias.

Quanta quantidade de água devemos beber diariamente?

Em geral, os especialistas recomendaram consumir 2 litros de água por dia, ou 6 ou 8 copos. Entretanto, para saber com mais precisão quanta água o nosso organismo precisa para se manter hidratado e em correto funcionamento, podemos estabelecer que é recomendável um litro de água por cada 25 quilos de peso.

Como saber se o nosso corpo está precisando de água?
Embora em muitas ocasiões achemos que o nosso organismo está bem hidratado e que as coisas estão bem, há certos sintomas que nos podem indicar que estamos desidratados e que precisamos consumir mais água do normal.

As altas temperaturas, as doenças, ou a acumulação de toxinas, entre outros fatores, podem aumentar o risco de desidratação e de desencadear diferentes problemas de saúde que podem diminuir a qualidade de vida. Entre os sintomas que nos indicam desidratação podemos encontrar:

Olhos inchados.
Boca ressecada.
Cor escura e odor forte na urina.
Dor ao urinar.
Constante sensação de sede.
Perda de elasticidade da pele.
Sensação de confusão e de fadiga.
Maior risco de quedas.
Infecções no trato urinário.
Formação de cálculos renais.
Espasmos nos músculos do corpo.
Dificuldade para respirar.
Constipação.
Dores de cabeça e enxaqueca.
Problemas dentários.
Ressecamento da pele.
Perda do cabelo.
Ausência de lágrimas ao chorar.
Diminuição na quantidade de urina.
Como prevenir a desidratação?
Para prevenir a desidratação é chave consumir pelo menos 2 litros de água por dia, ou a quantidade recomendada segundo o peso de cada pessoa. Os esportistas devem aumentar consideravelmente o seu consumo de água em função do tipo de exercício realizado e da duração, pois eles devem repor os líquidos perdidos durante as rotinas esportivas.

O que fazer se o nosso corpo carece de água?

Se, depois de conhecer os sintomas de desidratação, você identifica que seu corpo carece de água, o ideal é que comece a se hidratar com uma boa quantidade de água diária. Você deve consumi-la moderadamente e devagar já que, se beber quantidades exageradas de uma só vez, pode desencadear efeitos negativos na saúde. Também pode ser contribuída água ao organismo através de sucos naturais de frutas e verduras com altos conteúdos de água. Quando os sintomas são graves é muito importante ir ao médico, já que será necessário realizar a hidratação por via intravenosa.

Quais são os benefícios de beber água diariamente?

Além de proporcionar a hidratação adequada ao nosso corpo, o consumo de água diária traz mais benefícios à saúde dos que você pode imaginar. Entre esses benefícios encontramos:

Contribui para a perda de peso: a água tem zero calorias e pode substituir todo tipo de refrescos ou sucos ricos em açúcar. Uma boa quantidade de água nos proporciona sensação de saciedade, contribui para a eliminação de toxinas e para o ritmo do metabolismo. Portanto, o consumo de água é imprescindível nas dietas para baixar de peso.

Aumenta sua energia: o consumo de água previne a desidratação e ajuda a manter as energias necessárias para o dia a dia.

Melhora a saúde cardíaca: o consumo de água diária reduz significativamente os riscos de sofrer um ataque cardíaco. Para as pessoas com tendência a sofrer ataques, o consumo de água é um método econômico e fácil de reduzir as possibilidades.

Melhora a digestão: o sistema digestivo necessita de uma boa quantidade de água para realizar o processo de digestão. O consumo de água diária ajuda a reduzir os problemas de acidez estomacal e de constipação.

Para uma pele saudável e jovem: o consumo de água previne o envelhecimento prematuro e todos seus signos na pele. A água ajuda a manter a firmeza e o colágeno da pele, mantendo-a suave, radiante e jovem.

Método S.T.A.R.T

Postado quinta-feira, 23 de outubro de 2014 | 07:51

TRIAGEM
Processo utilizado em situações onde a emergência ultrapassa a capacidade de resposta da equipe de socorro. Utilizado para alocar recursos e hierarquizar o atendimento de vítimas de acordo com um sistema de prioridades, de forma a possibilitar o atendimento e o transporte rápido do maior número possível de vítimas.
START ---- Simples Triagem e Rápido Tratamento


O primeiro socorrista que chega numa cena da emergência com múltiplas vítimas enfrenta um grande problema. A situação é diferente e seus métodos usuais de resposta e operação não são aplicáveis. Este profissional deve modificar sua forma rotineira de trabalho buscando um novo método de atuação que lhe permita responder adequadamente a situação.
Como poderão então esses socorristas prestar um socorro adequado? Obviamente, se eles voltarem sua atenção para a reanimação de uma ou mais vítimas, as outras potencialmente recuperáveis poderão morrer.
Portanto, logo que chegam na cena, esses primeiros socorristas devem avaliá-la, pedir reforços adicionais e providenciar a segurança do local para, só então, dedicarem-se a seleção das vítimas enquanto as novas unidades de socorro deslocam-se para o local da emergência.
Esses socorristas aproveitam assim o seu tempo da melhor maneira iniciando um processo de triagem. Este é o primeiro passo para a organização dos melhores recursos na cena da emergência.
Triagem – Termo dado ao reconhecimento da situação e seleção das vítimas por prioridades na cena da emergência. Palavra de origem francesa que significa “pegar, selecionar ou escolher”.
Podemos conceituar a triagem como sendo um processo utilizado em situações onde a emergência ultrapassa a capacidade de resposta da equipe de socorro. Utilizado para alocar recursos e hierarquizar vítimas de acordo com um sistema de prioridades, de forma a possibilitar o atendimento e o transporte rápido do maior número possível de vítimas.
É de responsabilidade do socorrista que primeiro chegar ao local do acidente múltiplo, montar um esquema e separar as peças de um desastre de forma a propiciar o melhor cuidado possível a cada pessoa envolvida, solicitando recursos adicionais e reforço para atender adequadamente a ocorrência.
Em resumo, o processo de triagem é usado quando a demanda de atenção supera nossa capacidade de resposta e, portanto, devemos direcionar nossos esforços para salvar o maior número de vítimas possível, escolhendo aquelas que apresentam maiores possibilidades de sobrevivência. O primeiro a chegar na cena deve dedicar-se à seleção das vítimas, enquanto chegam as unidades de apoio.
Obs.: Se a ocorrência supera a capacidade de resposta da guarnição do CB que primeiro chegar ao local, deveremos iniciar um processo de triagem para avaliar e tratar a maior quantidade possível de vítimas com potencial de recuperação. Se a guarnição se detém no atendimento de uma única vítima, todos os demais poderão não receber auxílio.
Atualmente é o modelo adotado pela Associação de Chefes de Bombeiros do Estado da Califórnia nos EUA. START é a abreviatura de Simple Triage And Rapid Treatment   (Triagem Simples  e Tratamento Rápido) . 
·          Sistema de triagem simples.
·          Permite triar uma vítima em menos de um minuto.
Esse método foi desenvolvido para o atendimento de ocorrências com múltiplas vítimas, pois permite a rápida identificação daquelas vítimas que estão em grande risco de vida, seu pronto atendimento e a prioridade de transporte dos envolvidos mais gravemente feridos.
CÓDIGO DE CORES NO PROCESSO DE TRIAGEM      
Cor Vermelha


Significa primeira prioridade:

São as vítimas que apresentam sinais e sintomas
que demonstram um estado crítico e necessitam
tratamento e transporte imediato.
Cor Amarela
Significa segunda prioridade:
São as vítimas que apresentam sinais e sintomas que
permitem adiar a atenção  e podem aguardar pelo
transporte.  
Cor Verde 
Significa terceira prioridade:
São as vítimas que apresentam lesões menores ou
sinais e sintomas que não requerem atenção imediata.
Cor Preta
Significa sem prioridade (morte clínica):
São as vítimas que apresentam lesões obviamente
mortais ou para identificação de cadáveres.

Ebola, o que fazer?

Postado terça-feira, 29 de julho de 2014 | 08:43



Sintomas 
No início, os sintomas não são específicos, o que dificulta o diagnóstico.

A doença é frequentemente caracterizada pelo início repentino de febre, fraqueza, dor muscular, dores de cabeça e inflamação na garganta. Isso é seguido por vômitos, diarreia, coceiras, deficiência nas funções hepáticas e renais e, em alguns casos, sangramento interno e externo.
Os sintomas podem aparecer de dois a 21 dias após a exposição ao vírus. Alguns pacientes podem ainda apresentar erupções cutâneas, olhos avermelhados, soluços, dores no peito e dificuldade para respirar e engolir.

Diagnóstico
Diagnosticar o Ebola é difícil porque os primeiros sintomas, como olhos avermelhados e erupções cutâneas, são comuns.

Infecções por Ebola só podem ser diagnosticadas definitivamente em laboratório, após a realização de cinco diferentes testes.
Esses testes são de grande risco biológico e devem ser conduzidos sob condições de máxima contenção. O número de transmissões de humano para humano ocorreu devido à falta de vestimentas de proteção.
“Agentes de saúde estão, particularmente, suscetíveis a contraírem o vírus, então, durante o tratamento dos pacientes, uma das nossas principais prioridades é treinar a equipe de saúde para reduzir o risco de contaminação pela doença enquanto estão cuidando de pessoas infectadas”, afirma Henry Gray, coordenador de emergência de MSF durante um surto de Ebola em Uganda em 2012.
“Nós temos que adotar procedimentos de segurança extremamente rigorosos para garantir que nenhum agente de saúde seja exposto ao vírus, seja por meio de material contaminado por pacientes ou lixo médico infectado com Ebola”.

Tratamento
Ainda não há tratamento ou vacina específicos para o Ebola.

O tratamento padrão para a doença limita-se à terapia de apoio, que consiste em hidratar o paciente, manter seus níveis de oxigênio e pressão sanguínea e tratar quaisquer infecções. Apesar das dificuldades para diagnosticar o Ebola nos estágios iniciais da doença, aqueles que apresentam os sintomas devem ser isolados e os profissionais de saúde pública notificados. A terapia de apoio pode continuar, desde que sejam utilizadas as vestimentas de proteção apropriadas até que amostras do paciente sejam testadas para confirmar a infecção.
MSF conteve um surto de Ebola em Uganda em 2012, instalando uma área de controle entorno do centro de tratamento. 
O fim de um surto de Ebola apenas é declarado oficialmente após o término de 42 dias sem nenhum novo caso confirmado.

Queimaduras, primeiros socorros.

Postado segunda-feira, 5 de maio de 2014 | 07:53

A pele é a nossa barreira natural de proteção contra os mais variados agentes agressores, como microorganismos, agentes físicos e químicos. Além disso, a pele é o órgão mais extenso do corpo humano e é muito importante no controle da temperatura e retenção de líquidos. A definição de queimadura é bem ampla, porém, basicamente, é a lesão causada pela ação direta ou indireta produzida pelo calor no corpo. A sua manifestação varia desde uma pequena bolha (flictena) até formas mais graves capazes de desencadear respostas sistêmicas proporcionais à gravidade da lesão e sua respectiva extensão.

As Queimaduras são Classificadas de acordo com:
  • · O agente causal
  • · A profundidade
  • · A extensão (área corpórea atingida)
De acordo com o Agente Causador, a queimadura pode ser:
  • 1. TÉRMICA (provocada por calor, líquidos quentes, objetos aquecidos, vapor).
  • 2. QUÍMICA (provocada por ácidos e bases).
  • 3. ELÉTRICA (quando provocada por raios e corrente elétricas).
  • 4. POR RADIAÇÃO (quando provocada por radiação nuclear).

Para se classificar a queimadura de acordo com a sua extensão existem vários métodos, porém seu aprendizado requer muita prática. Para o socorrista é suficiente observar que quanto maior a extensão da queimadura maior risco de vida vítima estará correndo.

Quanto à profundidade da queimadura (número de camadas de pele atingidas):



1. PRIMEIRO GRAU: atinge somente a epiderme. Nessa queimadura, a pele apresenta-se em hiperemia (avermelhada), edemaciada (inchada) e há ardor no local dessa queimadura.

2. SEGUNDO GRAU: Atinge a epiderme estendo-se até a derme. Caracteriza-se pela presença das flictenas (bolhas). A vítima também apresenta dor local intensa, hiperemia e pele edemaciada.

3. TERCEIRO GRAU: Atinge todas as camadas da pele e hipoderme. É considerada grave pois pode provocar lesões que vão desde músculos até ossos. Caracteriza-se por apresentar coloração escura ou esbranquiçada, uma lesão seca, dura e indolor.

 PRIMEIROS SOCORROS EM QUEIMADURAS:
  • Interrompa imediatamente o efeito do calor (utilize água fria, não use água gelada, ou utilize um lençol para apagar as chamas no corpo da vítima).
  • Em caso de acidentes com queimaduras promovidas por corrente elétrica, não toque na vítima até que se desligue a energia. Tome cuidado com os fios soltos e água no chão.
  • Para vítimas de corrente elétrica, observe se há parada respiratória, em caso afirmativo proceda com a respiração de socorro. Transporte imediatamente à vítima para o hospital.
  • Faça a avaliação primária da vítima. Identifique qual o tipo, grau e extensão da queimadura.
A queimadura é uma lesão estéril, por isso tenha cuidado ao manuseá-la e evite ao máximo contaminá-la.
 
  • Retire pulseiras, jóias, relógios, roupas que não estejam grudadas na pele da vítima.
  • Caso a queimadura seja de 1º grau, retire a pessoa do sol, utilize substâncias refrescantes como produtos para aliviar a dor e faça a administração por via oral de líquidos.
  • Caso a queimadura seja de 2º ou de 3º graus, lembre-se de cobrir a área queimada com gazes molhadas em soro fisiológico ou água limpa.
  • Mantenha o curativo molhado usando recipientes de soro ou água limpa.
  • NÃO fure as flictenas (bolhas)!
  • NÃO utilize manteiga, creme dental, manteiga, gelo, óleo, banha, café na queimadura.
  • Um bom tratamento para queimaduras leves, onde não há formação de bolhas, é colocar uma fina camada de clara de ovo exatamente em cima da queimadura porque ela é rica em colágeno que ajuda na proteção e cicatrização da região queimada.


Sobrevivência na selva do Exército Brasileiro

Postado quarta-feira, 30 de abril de 2014 | 07:09


As presentes Instruções Provisórias têm por finalidade divulgar conhecimentos gerais, técnicas e processos que poderão contribuir para a sobrevivência na selva, particularmente na Selva AMAZÔNICA, de indivíduos isolados ou em grupos, seja em tempo de paz, ou seja no curso de operações militares ou de sobrevivência.

Manual de sobrevivência Exercito Brasileiro
A sobrevivência pressupõe tempo para obter e preparar alimentos e, ainda, entre outras tarefas construir abrigos. Devido as dificuldades enfrentadas, os indivíduos isolados ou em pequenos grupos estarão, normalmente, se sustentando abaixo de suas necessidades normais.

Manual de primeiros socorros da Fundação Osvaldo Cruz

Este manual de primeiros socorros foi produzido pela  Fundação Osvaldo Cruz Manual de Primeiros Socorros. Rio de Janeiro.Fundação Oswaldo Cruz, 2003.



Ótimo manual, com 207 páginas de uma instituição séria e esta completo. Segue o índice do manual:
PREFÁCIO
INTRODUÇÃO
I - CAPÍTULO GERAL
­Considerações Gerais
­Etapas Básicas
Avaliaçao do local do acidente
Proteção à vítima
Avaliação e exame do acidentado
­Funções, Sinais Vitais e de Apoio
­Asfixia
­Ressuscitação Cardio-Respiratória
Identificação da PCR
­Estado de Choque
­Transporte de Acidentados
­Hemorragias
­Corpos Estranhos
II - CAPÍTULO EMERGÊNCIAS CLÍNICAS
­Edema Agudo de Pulmão
­Infarto do Miocárdio
­Crise Hipertensiva
­Cólica Renal
­Comas Diabético e Hipoglicêmico
­Hipertermia
­Insolação
­Exaustão pelo Calor
­Cãibras de Calor
­Diarréia
­Choque Elétrico
­Desmaio
­Alterações Mentais
Convulsão
Neurose Histérica
Alccolismo agudo
III - CAPÍTULO EMERGÊNCIAS TRAUMÁTICAS
­Ferimentos
Ferimentos na Cabeça
Lesões Oculares
­Traumatismo Torácico
­Traumatismo Abdominal
­Lesões de Tecidos Moles
­Contusões
­Escoriações
­Esmagamentos
­Amputações
­Queimaduras
Queimaduras Térmicas
Queimaduras Químicas
Queimaduras por Eletricidade
Queimaduras por Frio
­Bandagens
­Lesões Traumato-Ortopédicas
Entorses e Luxações
Fraturas
­Mordeduras de Animais
IV - CAPÍTULO ENVENENAMENTO E INTOXICAÇÃO
­Intoxicações Medicamentosas
­Plantas Venenosas
­Acidentes com Animais Peçonhentos e Venenosos
V - CAPÍTULO OUTRAS OCORRÊNCIAS
­Acidentes radioativos
­Partos de emergência
REFERÊNCIAS
Manual de Primeiros Socorros

Kit de Primeiros Socorros

Postado sábado, 26 de abril de 2014 | 07:57



Além de um kit de sobrevivência, é muito importante termos conosco um pequeno kit de primeiros socorros. Este kit pode ser útil em viagens e qualquer outra situação em que não tenhamos uma farmácia à disposição. É bom esclarecer que recomendo além muita leitura sobre o assunto, um curso na área. 

Minha sugestão:
  • comprimidos para dor e febre (Tyflen – Paracetamol);
  • comprimidos de anti-inflamatório (BiProfenid – Cetoprofeno);
  • comprimidos de anti-histamínico (Altiva – Cloridrato de Fexofenadina);
  • comprimidos antidiarreico (carvão vegetal e Imosec);
  • comprimidos contra náuseas (Peridal – domperidona);
  • antiácido (Pastilhas de Pepsamar ou similar – Hidroxido de Alumínio);
  • cicatrizante (Fitoscar - Stryphnodendron adstringens, vulgo, barbatimão ou Stimulen – composto por água, glicerina e colágeno)
  • comprimidos de anti-biótico (Esse, só com o seu médico!)
  • meia dúzia de cotonetes;
  • colírio lubrificante (Lacrifilm ou Moura Brasil);
  • pomada para assaduras (Cetrilan ou Hipoglós);
  • gaze (para limpeza de ferimentos e curativos);
  • atadura (para utilizar em ferimentos e como tipóias);
  • esparadrapo;
  • curativos do tipo band-aid (quem gosta de facas é o que mais você irá usar!);
  • tintura de iodo ou outro antisséptico de sua preferência (Arrif – rifamicina);
  • pinça (para espinhos e carrapatos adultos);
  • sabonete ou loção à base de deltametrina (para tratar infestações de piolhos ou carrapatos).
Quanto mais remédios levarmos, maior o volume, então cuidado para não exagerar nas quantidades. 

O assunto é um mais importantes no sobrevivencialismo, então abordarei essa temática em diversos cenários.
 
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